Não possui dentes e alimenta-se sobretudo de formigas que captura dentro dos formigueiros com a sua longa língua viscosa, estando filogeneticamente mais próximo dos carnívoros que os tamanduás sul-americanos. Trata-se de um caso de evolução convergente, em que espécies de grupos distintos evoluíram para morfologias semelhantes.
É caçado e utilizado como especialidade gastronómica pelas populações das zonas onde habita. As suas escamas são traficadas para serem utilizadas como afrodisíaco .
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